sábado, 29 de outubro de 2011

Última reunião DNM - acertos finais

                                          Reunião do coletivo DNM juntamente com Mestre King.
                                          Sábado, 29 de outubro na escola de dança da Funceb.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

PROGRAMAÇÃO GRATUITA



QUINTA 
03/11
 SEXTA 
04/11
SÁBADO 05/11
DOMINGO 06/11

08h  Palco
Abertura conjunta do DNM e PID
 (inicio às 9h)

MESA 2:
Criação e composição nas Danças Afros

Mediadora:
Leda Maria Ornellas - UFBA / DNM

Convidados:
Conceição Castro -Coreógrafa

J.Cunha - Artista Plástico

Nei Sacramento - Compositor Musical

Rita Rodrigues -
Coreógrafa e Educadora
 (inicio às 9h)

MESA 4:
Danças Afros: Memória, Métodos e Práticas

Mediadora:
Narcimária Luz UNEB

Convidados:
Edileusa Santos  ODUNDÊ /UFBA

 Nadir Nobrega  UFAL

Nildinha Fonseca - BFB

Sandra Santana - NEGAÇA


Fábio Lima
CEAO/UFBA


Lúcia Lobato
PPGAC/UFBA


 




Programação 
do Espaço Xisto Bahia


Espetáculo:


HISTÓRIAS DE MÃE BEATA


11hs

R$ 10 / R$ 5


10h
Foyer

MESA 1:
Fomento e difusão para as Danças Afros

Mediador:
George Oliveira –
Instituto Cultural Steve Biko

Convidados:
Angelo Flávio - CAN

Hamilton Borges REAJA OU SERÁ MORT@

Nehle Franke FUNCEB

Veronica Nairobi
Fundação Cultural Palmares






12h as 14h
Intervalo para almoço


14h as 17h

Foyer

Oficina de Estética Afro
Tulany

Explanações teórica e abertura da mesa

MESA 3:
Música como ferramenta metodológica nas aulas de Danças Afros

Mediador:
Jorge Sacramento - UFBA

Convidados:
Bira Monteiro - Músico Percussionista

Felipe Santos 
Músico
Percussionista


Gabi Guedes  RUMPILEZZ

Jaime Sodré - UNEB

Ricardo Costa - Músico Percussionista

Zé Ricardo - BFB


15:30 - Bloco de Perguntas

16:30 - Considerações e Finalização



Instalação Estética Afro
Tulany

(início às 15h) 

AS NEGAS
Soiane Gomes
Nivel 1B Funceb

RIACHÃO PEDRA 90
Edeise Gomes
Escola Renam Baleero


BOI GIRA BUMBÁ
Denny Neves
Grupo Infanto-Juvenil da FUNCEB

OLHE POR OUTRO OLHAR
Pakito Lázaro
ACOPAMEC





Das 14h às 15:30
Salas

Sala Emília Biancardi
Oficina de Dança Afro
Profª: Edileusa Santos

Sala Carlos Moraes
Oficina de Dança Afro
Profª: Marilza Oliveira

Sala Emília Biancardi
Oficina de Dança Afro
Prof.:  Denilson José

Sala Carlos Moraes
Oficina de Percussão
Professor: Léo  Jesus


Das 15:30 às 17h
Salas

Sala Carlos Moraes
Oficina de Break
Prof.: Ananias

Sala Emilia Biancardi
Oficina de Técnica Griot
Prof.:  Paco Gomes

Sala Carlos Moraes
Oficina de Dança Afro
Profª: Nadir Nobrega

Sala Emilia Biancardi
Oficina de Dança Afro
Professora: Julieta Rodrigues




18h

Retirada de ingressos na Bilheteria
para acesso aos espetáculos
Show de
Encerramento

R.B.F.
RAPAZIADA DA BAIXA FRIA

18:40h

Foyer

RITUAL DANÇANTE DO SENEGAL
Stephanie Bangoura e Doudou Rosé

CONFRATERNIZAÇÃO




           CARURU


19h 
Sala Principal

O CHEIRO
Grazzy Santos

TERREIRO.COM
Leda Ornelas

Grupo Odundê / UFBA
Bate-papo sobre Odundê

“REFERÊNCIAS, INTERFERÊNCIAS”
Ágata Matos

LARÔ 
Cia de Dança Isô

QUEM TE PARIU?
ExperimentandoNus
Cia de Dança

CALDEIRÃO
JAM Percussiva

SETE VENTOS

Grupo Origens


MAGIA
Arte de Dançar

CORPO EMBALAGEM
Subúrbio Que Performa

PREMIO MESTRE KING
Homenagem



20h  

Foyer
 Show musical

PORTELA AÇÚCAR e
BANDA 6x8

Show musical

BANDA LUNDU


segunda-feira, 12 de setembro de 2011

AÇÃO DNM na Sexta em Movimento




 

DANÇANDO NOSSAS MATRIZES NA FUNCEB

CURSO PROFISSIONALIZANTE NIVEL TÉCNICO

 

Com o propósito de promover espaços de discussões para melhor entendimento das necessidades e aplicabilidade das Danças Afros; gerar Políticas Públicas; registrar e construir memória desta linguagem artística/cultural; divulgar e avaliar as diversas possibilidades de métodos explicativos e demonstrativos que vêm surgindo para o ensino das Danças Afros nas instituições de ensino da rede municipal e estadual; apresentando as produções que têm como referências as matrizes africanas e refletir sobre estas, como atividades de cultura corporal, histórica e social.

O coletivo de professores do Projeto Dançando Nossas Matrizes: um diálogo entre as Danças Afros Brasileiras – DNM, estará realizando nas Escolas de Danças da Universidade Federal da Bahia, Fundação Cultural do Estado e nas comunidades de Plataforma, Cajazeiras, Castelo Branco e Nordeste de Amaralina, oficinas de Danças Afros seguidas de bate-papo gratuitos para estudantes, artistas, adolescentes e  jovens  interessadas em discutir e participar destas ações.


O que: Dançando Nossas Matrizes - Sexta Em Movimento
Quando: Dia 30 de Setembro as 09h
Local: Escola de dança da FUNCEB
Horário: às 09h
Investimento: gratuito

PROGRAMAÇÃO

Das 09h as 10:30h - Bate papo com o DNM
Das 10:30h às 12h - Aula de dança Afro

Professoras: Vania Oliveira, Leda Ornelas e Julieta Rodrigues

Informações: (71) 8860-7868 / 8782-2559 / 8885-9121 / 8759-2481.
  

Coletivo de Professores e Artistas de Danças de Matrizes Africanas na Bahia




segunda-feira, 5 de setembro de 2011

HISTÓRICO

DANÇANDO NOSSAS MATRIZES

UM DIÁLOGO ENTRE AS DANÇAS AFROS BRASILEIRAS

Nascido em março de 2011, o Dançando Nossas Matrizes: um diálogo entre as Danças Afros Brasileiras surge da necessidade de dar continuidade à ações que fomentem discussões e reflexões, em torno das práticas e demandas elencadas pelos profissionais das Danças Afros Brasileiras. Com a sede provisória na Escola de Dança da Fundação Cultural do Estado, sito na Rua da Oração nº 1-Terreiro de Jesus, Centro Histórico de Salvador/Pelourinho, somos um coletivo composto por professores, artistas e pessoas interessadas em discutir sobre os variados aspectos que envolvem o universo das Danças Afros Brasileiras.

O Dançando Nossas Matrizes – DNM tem como  principio de construção promover espaços de discussões para melhor entendimento das necessidades e aplicabilidade das DANÇAS AFROS; geração de Políticas Públicas; registrar e construir a memória desta linguagem artística/cultural; divulgação e avaliação das diversas possibilidades de métodos explicativos e demonstrativos que vêm surgindo para o ensino das Danças Afros nas instituições de ensino da rede municipal e estadual, academias e pontos de cultura, apresentando as produções que têm como referências estas matrizes, refletindo sobre estas, como atividades de cultura corporal, histórica e social.

 Nos dias 7, 8 e 9 de junho de 2011, o DNM realizou no Espaço Xisto Bahia e na Biblioteca Pública do Estado da Bahia o “Encontro - Dançando Nossas Matrizes: um diálogo entre as Danças Afros Brasileiras” este evento reuniu cerca de 1.300 professores, estudantes, pesquisadores e interessados em discutir as Danças Afros na Bahia. Foram três dias de debates, oficinas de danças e intercâmbios artístico-culturais. As mesas de debates foram compostas por representantes do governo, professores e pesquisadores artísticos. As oficinas de danças foram ministradas por professores que são referências da Dança Afro Baiana e, através das realizações e intervenções artísticas, foi possível divulgar e avaliar as produções que tem como base os elementos das Matrizes Africanas.

Estamos cientes da nossa responsabilidade perante estas questões e, por conta disto, estabelecemos como meta a promoção de espaços para diálogos, reflexões e acima de tudo de produção do conhecimento. E, com este intuito, transpassamos as paredes do teatro e estendemos nossas ações às comunidades, socialmente reconhecida como periféricas, onde sabemos da importância e do papel que as Danças Afros cumprem junto a jovens e adolescentes, filhos destas comunidades, e da necessidade da divulgação de seus resultados.

Durante os meses de setembro e outubro de 2011, o Dançando Nossas Matrizes, estará realizando nas comunidades de Castelo Branco, Nordeste de Amaralina, Plataforma, Ilha de Maré e na
Cidade de Valênça-Ba, oficinas de danças seguidas de debates todos com a temática Afro Brasileira. Estaremos realizando esta ação em paralelo junto as Escolas de Danças da Universidade Federal da Bahia e Fundação Cultural do Estado.

Nos dias 3, 4 e 5 de novembro de 2011 estaremos realizando o “II Encontro - Dançando Nossas Matrizes: um diálogo entre as Danças Afros Brasileiras”, cujo o objetivo é agregar o maior número de pessoas que desejem debruçar sobre estas questões e, junto a estas, darmos continuidade a essa rede de comunicação.


Coletivo de Professores e Artistas de Danças de Matrizes Africanas na Bahia

sexta-feira, 26 de agosto de 2011


ARTE NEGRA REBELADA
o DNM participa desse movimento



Sexta feira, dia 26/08/11 a partir das 13h30, ATO PÚBLICO CONTRA A AUSÊNCIA DE POLÍTICAS PÚBLICAS EFETIVAS PARA PRODUÇÃO DE TEATRO E DANÇA NEGRA NA BAHIA. Já confirmaram presença 35 Cias de Teatro e Dança Negro além de artistas e militantes dos mais diversos setores sociais, dentre estes O COLETIVO DE PROFESSORES E PESQUISADORES DAS DANÇAS AFROS DA BAHIA. Concentração na Escadaria de Jerônimo, Ladeira do Paço, Pelourinho.


 Participe do seu jeito. Esse assunto também lhe interessa.


Organização – FPN- Fórum de Performance Negra da Bahia
Horário – dia 26/08/11, às 13h
Percurso – da Ladeira do Paço no Santo Antônio até a Praça Municipal
Contato – 88824601 (Ângelo Flávio – CAN)


ARTE NEGRA REBELADA - CARTA
CONCLAMATÓRIA

O FPNB - Fórum de Performance Negra da Bahia que representa cerca de 35 grupos entre Cias de Teatro e Dança Negros em todo Estado, junto a outros grupos e ativistas do movimento negro, conclama a sua participação no ATO público “ARTE NEGRA REBELADA” na sexta feira dia 26/08/11 às 13h30  A concentração será na Escadaria de Gerônimo, Pelourinho – de onde os manifestantes partirão até a Rua Chile.

PRÓPOSITO
 
O Ato tem o propósito de ALERTAR  a sociedade  e as autoridades do ESTADO e União sobre a histórica e discriminatória ausência de políticas públicas efetivas para a produção do teatro e da dança negra em Salvador e no estado da Bahia. O Ato será de caráter lúdico, com recital de poesias e leitura de seu manifesto coletivo. Para demonstração de nossa unidade em solidariedade nessa ação, solicitamos a todos e todas que venham trajados de BRANCO e tragam sua poesia em forma de protesto!! 

DIÁGNÓSTICO
        Para não irmos muito longe, façamos um recorte de 20 anos pra cá. Os grupos de formação negra que receberam incentivos do Estado para produção artística em teatro ao longo de duas décadas não ultrapassam do número ínfimo de 5;
·        Os Festivais de Teatro em todo o país  - e principalmente na Bahia - alijam as produções negras da programação oficial, inviabilizando com isso a dinamização e  intercambio cultural dos artistas negros;
·        As produções negras de modo geral têm investido verba independente na sua execução de seus respectivos produtos culturais;
·        A contínua falta de investimento dificulta a qualidade das produções negras, gerando com isso uma baixa estima nos artistas envolvidos – bem como descrença aos que pretendem investir em sua vocação artística essencial. Em muitos caosos, esse descrédito geral do Estado leva-os a desempenhar outras funções, desistindo do fazer artístico, causando, assim, um extermínio cultural;
·        O cachê oferecido aos artistas profissionais negros ainda são relativamente menores que aos brancos. Basta uma auditoria salarial séria para se constatar, também, que os percussionistas recebem o menor salário da banda, que os bailarinos de matriz africana recebem menos que os bailarinos de tradição Européia, assim como o movimento hip hop, artistas negros do reggae, entre outras performances artísticas e culturais negras.


IMPACTO

A Arte é um patrimônio cultural da humanidade e reflete a identidade do seu povo. Nem só de pão vive e prospecta o homem, a mulher e a criança, mas de poesia também! Se não houver negros em cena – e no imaginário - será trágico para todos os povos mas principalmente para o povo negro !!!
Atenciosamente,
 FNPB - Fórum de Performance  Negra da Bahia 
Contatos: 71 – 8882 4601 / 9111 4825
88469414 / 86447525

QUEM SOMOS NÓS

Minha foto
Brazil
Nascido em março de 2011, o Dançando Nossas Matrizes: um diálogo entre as Danças Afros Brasileiras, surge da necessidade de dar continuidade a ações que fomentem discussões e reflexões, em torno das práticas e necessidades elencadas pelos profissionais das Danças Afros brasileira. Somos um coletivo composto por professores, artistas e pessoas interessadas em discutir sobre os variados aspectos que envolvem o universo das Danças Afros Brasileiras. O Dançando Nossas Matrizes – DNM tem como principio de construção promover espaços de discussões para melhor entendimento das necessidades e aplicabilidade das DANÇAS AFROS; geração de Políticas Públicas; registrar e construir a memória desta linguagem artística/cultural; divulgação e avaliação das diversas possibilidades de métodos explicativos e demonstrativos que vêm surgindo para o ensino das Danças Afros nas instituições de ensino da rede municipal e estadual, academias e pontos de cultura, apresentando as produções que têm como referências estas matrizes, refletindo sobre estas, como atividades de cultura corporal, histórica e social.